terça-feira, 25 de agosto de 2009



Todos os dias

(Isaac Ramos)

Minha alma fenece a cada dia... abandonado, desentendido, desrespeitado e estigmatizado. É nessas horas que sinto insistentemente meu peito sangrar, queimar e só eu consigo sentir essa dor agonizante.

A noite chega e ao voltar para o lar à depressão aumenta e a ansiedade pelo não descoberto atormenta... Fitando o espelho vejo meus olhos vermelhos e a morte silenciosa se torna a paga de cada dia vivido intensamente.



Um comentário:

  1. uma grande homenagem ao mestre cartola..valeu isaac! leandro Nogueira

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