terça-feira, 25 de agosto de 2009

A majestade do céu noturno.


Como a onda, as sombras fluem

Em direção à praia de luz

A noite vem rapidamente como um redemoinho

Ondas de guerra de crepitantes nuvens

Abraçam esse quadro noturno

Os céus sangram, através de feridas abertasA sombria luz da lua

Os ventos estão chorando em luto

E lágrimas voam até as valetas

Eles chicoteiam minha face

Congelando a peleCom cortes que queimam, frios de gelo
Por muito tempo eu sofri

Nas areias do tempo do deserto

Mas enquanto eu me afogo em escuridão

Um sinal será libertado

Minha alma deixaráEsta espiral de carne mortal e vida terrena

Para voar na geleira da noite

No lado noturno do eclipse

E experimentar a existência do outro lado
Como uma pedra de entusiasmo escarlate

Eu refrato a superfície refletora

Deste mar impenetrável

Círculos de tristeza e dor crescentes

Deslizam através da terra

Como um presságio do horror que está por vir
A força de mil demônios que respiram fogo

É gerada na minha infernal alma que afunda

E à medida que eu atinjo a superfície novamente

Esses poderes estão sob meu controle

Agora eu sou aquele com a majestade do céu noturno

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