de tantas mensagens, tantos sinais,
o que fica?
saudades trocadas no peito
substitui-se uma antiga tristeza
pela agonia de uma nova despedida n
o fundo, é sempre a mesma coisa:
seja a mão que acena
ou o rosto molhado...
da janela ou dos passos dados
nada, nenhum papel
se distingue
o momento triste traz reflexões
mas à culha com essas miudezas
todo o bem perdura em mente,
muda, lapida e prepara para a próxima
dedo em riste fazendo sinal:
lá vem outro bonde
ilusão? amor? paixão? amizade?
o que importa, afinal?
"a vida é a arte do encontro,
embora haja tanto desencontro
pela vida"
Salve Vinícius!
no fim, novos traços em velhos gestos
o mesmo encaixe,
a mesma mão boba
e o olhar mais safado do que nunca
- hum... que delícia!
ninguém como você, sabia?
- é, eu sei... me convém, afinal
hahaha m
mais uma vez,
novos personagens
encenando a mesma peça
como eu gosto desse jogo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário