Espalho pelo chão toda minha história e procuro nela motivos para me orgulhar muito
em algumas partes desse dramalhão que eu também ajudei escrever,
me percebo inabalável, frágil, convicta, sozinha, rebelde e *submissa.
Olho o momento e me pergunto se estou sendo prepotente demais em achar que fiz o meu melhor,
porque não falei A ou B, porque em determinado momento não fiz X ou Y.
Tenho medos daqueles q me fazem tremer todo o corpo,
porque ou me acho muito ou me acho pouco demais.
Aonde está o equilíbrio.
Por que chorei por quem mais amei nessa vida?
Por que meu sorriso hj é diferente?
Por que eu não sou mais a mesma?
Por que eu não encanto como antes?
E o coração aperta e me tomo de um ar frio, como se quisesse contruir barricadas para aquela louca insana
que ama sem medo, que ama sem reservas não surgir.
E eu ainda amo, ainda respiro meus sonhos, mais tbm seguro o choro, aquele choro q nunca contive, respiro fundo e não
permito q ele brote.
QUero ser forte, firme, segura e sou aquela sonhadora, ridícula, que viaja em pensamentos, que viaja em situações não vividas
mais mto desejadas,
continuo eu, eu sei, mais porque estou me escondendo?
Por que?
Não sou amante da mentira, nem amiga da frieza.
Sou eu ainda, eu sei q sou eu.
Esperando que você venha abrir o cadeado que está lacrando o meu brilho, os meus desejos. Leide
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